Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player


Acessos -
Deprecated: mysql_connect(): The mysql extension is deprecated and will be removed in the future: use mysqli or PDO instead in /home/jornalpr/public_html/Connections/dbgeral_gersite.php on line 5
162740


Clique aqui para acessar


FACEBOOK

*JORGE DA SILVA SILVA
http://www.facebook.com/PrJorgeSilva

*MÁRIKA SOARES COSTA
http://www.facebook.com/MARIKASOARESCOSTA


Clique aqui e confira as fotos



CLIQUE AQUI E CONFIRA AS FOTOS



CLIQUE AQUI E CONFIRA AS FOTOS


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos

Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


 

Bom Dia! Hoje é: 13/12/2018
Artigos

Deprecated: mysql_connect(): The mysql extension is deprecated and will be removed in the future: use mysqli or PDO instead in /home/jornalpr/public_html/Connections/dbgeral_gersite.php on line 5
CARNAVAL, A FESTA DOS EXCESSOS CARNAIS
A origem do carnaval é desconhecida. Ninguém pode afirmar seguramente quando ele teve início.
         As conjecturas mais aceitas são aquelas que afirmam que as festas carnavalescas tiveram origem nas celebrações pagãs das saturnálias, que aconteciam entre os dias 17 de dezembro e 15 de fevereiro, em honra ao deus saturno da mitologia grega.
         Há estudiosos que afirmam que a festa de Momo remonta a alguma festa primitiva de caráter orgíaco, realizada para comemorar o início da primavera. Outros autores acreditam que as festas carnavalescas tenham sido originadas das celebrações do Antigo Egito em honra aos deuses da fertilidade e da alegria.
         A palavra CARNAVAL pode ter sido derivada do termo latim “carnem levare”, modificada posteriormente para “carne, vale”. O termo foi cunhado por volta dos séculos XI e XII e, originalmente fazia alusão à quarta-feira de cinzas e anunciava a suspensão da carne da dieta alimentar de certos povos europeus de religião católico-romana, em função do período da quaresma. Nessa mesma voga surgiu a expressão “dias gordos”, caracterizados pela suspensão de toda regra e ordem vigente e toda sorte de abusos eram tolerados, visto que pós carnaval começaria, então o período de jejum e abstinência imposto pela quaresma. Embora o Brasil seja reconhecido no mundo como o país do carnaval, a origem dessa festa não é brasileira, mas européia e importada para cá pelos portugueses. Portanto, a origem do carnaval brasileiro dos primórdios da colonização, sendo uma manifestação cultural do entrudo português e dos bailes de máscaras realizados desde então, na Itália. Só mais tarde, no início do século XX que foram incorporados aos festejos carnavalescos elementos da cultura africana, que foram definitivos para levar o carnaval ao seu estágio conforme percebido nos nossos dias.
         Como podemos depreender do exposto acima sobre a origem do carnaval, é suficiente para concluirmos que tais celebrações que primam pela liberação dos excessos da carne não agrada a Deus. Não bastasse sua origem estar envolta em celebrações pagãs, atualmente, durante as celebrações carnavalescas milhares de crimes são cometidos. Centenas de jovens são desencaminhadas e multidões se embriagam e alguns até morrem por overdose.
         Certamente, o carnaval, embora seja a maior festa popular do mundo, especialmente os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, não deve, contudo, impedir-nos de enxergarmos os efeitos deletérios que ele deixa na sociedade. Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos continuar confrontando toda proposta de destruição dos valores morais e familiares ainda que veiculada por meio de uma festa popular aceita como expressão folclórico-cultural como é o caso do carnaval.
         A maioria da Igreja Evangélica deste país tem promovido encontros de celebração espiritual e retiros de comunhão fraternal a fim de retirar a sua juventude dos efeitos danosos das festas do rei momo.
         Para nós servos de Deus, Jesus continua sendo o nosso grande rei e, portanto é a Ele que celebramos. Carnaval, jamais. Jesus Cristo sempre.
 
Sobre o autor:Pastor Enoque Vieira é terceiro vice-presidente do Campo de Campinas e Bacharel em Teologia
Retornar 
Copyright @ 2008 - Todos os direitos reservados.