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Bom Dia! Hoje é: 25/09/2018
Politica

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PRESIDENTE DA FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA, DEPUTADO JOÃO CAMPOS (PSDB-GO) É UM AUTÊNTICO DEFENSOR DOS PRINCÍPIOS CRISTÃOS NO CONGRESSO

 

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) é formada por 71 parlamentares, três deles, senadores, e, na presidência está o respeitado deputado federal João Campos (PSDB-GO), que fala ao Jornal Primeira Folha sobre as polêmicas que giram em torno do povo cristão no Congresso, onde estão taxando os evangélicos de preconceituosos.
            Entre os diversos temas que é discutido no Congresso está o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122), que recentemente foi desarquivado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) e a regulamentação da união civil entre casais do mesmo sexo, que vai ganhar novo projeto, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), sinaliza que a resistência às matérias vai seguir firme e o debate deve avançar menos do que o esperado. Para ele, o PLC 122, apelidado pelos críticos de “mordaça gay”, “fere a liberdade de expressão”. “Você não pode emitir um conceito. Você não pode dizer o que pensa acerca do homossexual, mas você pode dizer o que pensa acerca da prática política, acerca da prática religiosa… Não é crime”, ironiza.
            Já a união civil homossexual é considerada pelo deputado como “flagrantemente inconstitucional”.
            -A Constituição Federal, no artigo 226, ao tratar da união civil estável, é clara, não depende de interpretação. Ela se refere à união estável entre homem e mulher – diz, enfático.
            Confira a entrevista.
            Jornal Primeira Folha - Como a Frente Parlamentar Evangélica vai se posicionar em relação a outros temas polêmicos, como o PLC 122 e o projeto da união civil entre casais do mesmo sexo, que voltarão a ser discutidos no Congresso?
 
            Dep. João Campos - O posicionamento que sempre tivemos. Não somos contra a criminalização da homofobia, assim como não somos contra a criminalização de qualquer outra conduta discriminatória à pessoa humana. Agora, o PLC 122 que está no Senado, na nossa análise, não é constitucional. Ele fere princípios fundamentais da Constituição brasileira. Se o Senado corrigir essas imperfeições de natureza inconstitucional, aí terá nossa aprovação.
Mas um dos princípios que ele fere é o da liberdade de expressão. Você não pode emitir um conceito. Você não pode dizer o que pensa acerca do homossexual, mas você pode dizer o que pensa acerca da prática política, acerca da prática religiosa… Aí, não é crime.
 
            Jornal Primeira Folha - E o que se refere à união civil entre casais do mesmo sexo?
 
            Dep. João Campos - O projeto da união civil de pessoas do mesmo sexo, chamado de casamento gay, é flagrantemente inconstitucional. A Constituição Federal, no artigo 226, ao tratar da união civil estável, é clara, não depende de interpretação. Ela se refere à união estável entre homem e mulher. Como um projeto de lei infraconstitucional pode dispor diferente daquilo que a Constituição dispõe? Não precisa ser um jurista clássico. Basta ser um acadêmico de Direito para ter essa compreensão dentro do princípio da hierarquia das leis. A lei menor não pode contrariar a lei maior.
 
            Jornal Primeira Folha - Mas no meio jurídico, uma das discussões é que o Direito precisa acompanhar as mudanças que acontecem na sociedade. O senhor não acha que seria o caso de fazer uma reavaliação?
 
            Dep. João Campos - Concordo. Sou bacharel em direito, especialista em direito constitucional. Então, o primeiro passo é aprovar uma emenda constitucional, e não um projeto de lei, que não pode alterar a Constituição.
            Se a maioria do Parlamento entender que precisa aprovar uma emenda constitucional desta natureza, significa dizer que a maioria da sociedade então já evoluiu a esse ponto. Se a maioria do Congresso Nacional entender que precisa rejeitar, reprovar essa proposta, significa dizer que a maioria da sociedade não tem essa compreensão, ainda não está no estágio de evoluir a esse ponto. É o processo democrático.
            No final da entrevista o deputado João Campos solicitou a todo o povo cristão o reforço nas orações por todos os parlamentares crentes no congresso e explicou o porquê:
            O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, no inicio do mês de Abril/2011, uma campanha de combate ao cristianismo.
            Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.
            O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.
 
Da Redação

 

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