Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player


Acessos -
Deprecated: mysql_connect(): The mysql extension is deprecated and will be removed in the future: use mysqli or PDO instead in /home/jornalpr/public_html/Connections/dbgeral_gersite.php on line 5
162306


Clique aqui para acessar


FACEBOOK

*JORGE DA SILVA SILVA
http://www.facebook.com/PrJorgeSilva

*MÁRIKA SOARES COSTA
http://www.facebook.com/MARIKASOARESCOSTA


Clique aqui e confira as fotos



CLIQUE AQUI E CONFIRA AS FOTOS



CLIQUE AQUI E CONFIRA AS FOTOS


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos

Clique aqui e confira as fotos


Clique aqui e confira as fotos


 

Bom Dia! Hoje é: 18/11/2018
Politica

Deprecated: mysql_connect(): The mysql extension is deprecated and will be removed in the future: use mysqli or PDO instead in /home/jornalpr/public_html/Connections/dbgeral_gersite.php on line 5

Presidência da República Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Imprensa

 

 

 

 

Rosangela Boueri, 49 anos, dona de casa em São Paulo (SP) – Quando as mães deste país poderão dormir tranquilas e garantir que seus filhos fiquem seguros?

 

         Presidenta Dilma – Como mãe, eu compreendo as suas preocupações, Rosângela, e estou absolutamente empenhada em criar as condições para que todos os brasileiros tenham uma vida segura. Para isso, estamos atuando em várias frentes. Temos apoiado a instalação de UPPs no Rio de Janeiro, por exemplo, que permitem a retomada de territórios antes dominados pelo tráfico. Implantamos o Plano Estratégico de Fronteiras, com as Forças Armadas e as forças de segurança federais e estaduais operando juntas para evitar que drogas e armas cheguem às nossas cidades. Há duas semanas, lançamos o plano Crack, é possível vencer, um conjunto de ações para enfrentar o crack e outras drogas. A iniciativa, além de garantir o atendimento dos dependentes, vai fortalecer a prevenção e combate ao tráfico, com foco nas cracolândias. Nossas políticas voltadas para o crescimento e a geração de empregos, com aumentos reais dos salários, aliadas aos programas sociais, têm também um papel importante na segurança, ao garantir um país com mais justiça social. Quanto à educação, além da construção de 6 mil creches e pré-escolas, continuamos implantando escolas técnicas e universidades no interior e criamos o PRONATEC, para oferecer oportunidades de educação profissional e qualificação a oito milhões de jovens e trabalhadores brasileiros. Essas são algumas iniciativas para garantir que tenhamos um país mais seguro e com mais harmonia.

 

         Gilberto Ribas da Silva, 50 anos, agente educacional em Marechal Cândido Rondon (PR) – Por que, quando uma pessoa vai à Caixa para financiar a casa própria, ela tem que fazer um investimento, um seguro, ou abrir uma poupança?

 

         Presidenta Dilma – Para obter financiamento, o cliente da Caixa não precisa comprar seguros, cartão de crédito, fazer investimento, nem abrir caderneta de poupança. Embora a Caixa tenha todo interesse em vender seus produtos e serviços, a decisão de comprar é sempre uma opção do cliente. Caso essa orientação seja descumprida, Gilberto, o fato deve ser comunicado ao Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). Pelo telefone 0800 726 0101, que funciona 24 horas por dia, de segunda a domingo, você pode registrar sua reclamação. Se nesta instância o seu caso não for resolvido, você deve entrar em contato com a Ouvidoria da Caixa pelo telefone 0800 725 7474, que funciona nos dias úteis, no horário comercial. Você receberá uma resposta no prazo máximo de 15 dias corridos. Um caso ou outro pode ser resolvido facilmente. A Caixa é e continuará sendo o principal instrumento do governo para viabilizar o acesso à moradia. Somente na segunda fase do Minha Casa Minha Vida, vamos investir, de 2011 a 2014, R$ 125,7 bilhões, dos quais R$ 72,6 bilhões serão subsídios para viabilizar a aquisição da casa própria pelas famílias de mais baixa renda. A Caixa desempenha papel fundamental na implementação do MCMV e também nos demais programas habitacionais do governo.

 

         Erno Walter Schmidt, 55 anos, agricultor em Navegantes (SC) – Na minha cidade, a cobertura de internet é boa, mas no interior é fraca. A senhora acredita que teremos internet boa em todas as regiões?

 

         Presidenta Dilma – Erno, nosso governo está trabalhando a todo vapor para que a internet em banda larga esteja disponível em todos os municípios até 2014. Nossa meta é elevar para 60% o total de casas com acesso rápido à rede mundial de computadores. Hoje, apenas 27% dos domicílios têm internet. Já reduzimos à metade o preço médio das assinaturas, que antes era de R$ 70 e agora está em R$ 35, para uma velocidade de 1 megabit por segundo. Com o Programa Nacional de Banda Larga e a participação da TELEBRAS, vamos levar as conexões de internet para áreas mais afastadas, para as cidades do interior do Brasil, incluindo a Amazônia, onde as empresas de telefonia ainda não oferecem o serviço. Você é agricultor e, por isso, eu gostaria de dizer que vamos dar atenção especial também à questão da internet no campo. Em abril, a ANATEL vai fazer um novo leilão para permitir que todas as áreas rurais do Brasil contem com serviços de telefonia e conexão à internet. Vamos, inclusive, conectar 100% das escolas rurais. Por último, quero destacar que a ANATEL aprovou recentemente novas regras de qualidade para banda larga fixa e móvel. Agora, as empresas terão que oferecer conexões de internet com a velocidade efetivamente contratada.

 

Luís Cláudio Amancio Scoralick, 46 anos, operador de micro em Belford Roxo (RJ) – Existe algum programa do SUS que forneça fitas para medir a glicose?

 

Presidenta Dilma – Sim, Luís Cláudio. O SUS distribui fitas para medir glicose no sangue por meio de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e, para ter acesso às fitas e aos programas de monitoramento da doença, você deve procurar a Secretaria de Saúde do seu município. Além das fitas para medir a glicemia, tecnicamente chamadas de tiras reagentes, o SUS fornece gratuitamente as lancetas, seringas e agulhas que são utilizadas pelos pacientes que fazem o automonitoramento. Medicamentos também podem ser obtidos gratuitamente na rede básica de saúde e pelo programa Saúde Não Tem Preço/Farmácia Popular. Nas UBSs e nas farmácias credenciadas, os diabéticos podem obter quatro tipos de medicamentos orais e injetáveis indicados para o controle e tratamento da doença. Nas mais de 20 mil farmácias credenciadas no programa Aqui Tem Farmácia Popular, basta apresentar CPF, documento com foto e receita médica para retirar os remédios. Luís Cláudio, a estimativa é de que o país tenha oito milhões de pessoas com diabetes e, dessas, cerca de 2,6 milhões recebem acompanhamento e tratamento da doença pelo SUS.

 

Jucival Silva, 29 anos, encarregado administrativo em Barreiras (BA)Quais as estratégias do governo em relação ao uso de entorpecentes, especialmente o crack?

 

Presidenta Dilma – Jucival, no início de dezembro lançamos o plano Crack, é possível vencer, para aumentar as alternativas de tratamento para usuários, as ações de prevenção e o enfrentamento do tráfico, com investimentos de R$ 4 bilhões. Estados e municípios terão verbas para instalarem 2.462 leitos em enfermarias especializadas dos hospitais do SUS. Vamos criar 308 Consultórios de Rua próximos dos locais de maior concentração de usuários de crack. Teremos 175 Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas, com funcionamento 24 horas por dia e capacidade para o tratamento de 400 pessoas por dia, cada um. Vamos criar também 574 Unidades de Acolhimento para adultos, adolescentes e crianças. Intensificaremos as ações destinadas a prender traficantes e desarticular organizações criminosas, com o reforço da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. O plano prevê ainda a capacitação de 210 mil educadores e 3,3 mil policiais militares para a prevenção do uso de drogas em 42 mil escolas públicas, além de várias outras ações. Tudo isso será feito até 2014. Temos consciência, Jucival, de que o consumo de crack e outras drogas é um problema complexo e grave. Mas um país que consegue crescer reduzindo a desigualdade social, que levou mais de 40 milhões de pessoas para a classe média e está se tornando exemplo para outras nações, tem todas as condições de reduzir ao mínimo possível a ameaça representada pelas drogas.

 

 

Josiene Maria da Silva, estudante em Volta Redonda (RJ) - Presidente Dilma, qual o motivo para o Brasil não disponibilizar um maior acesso dos jovens aos créditos educativos, já que não temos condições em obter facilmente uma vaga em faculdade pública?

 

Presidenta Dilma: Josiene, o governo federal ampliou o número de universidades federais e de campus em cidades do interior, e também está dando mais condições de estudos nas instituições particulares para os estudantes de menor renda. Uma opção é o Fies, Programa de Financiamento Estudantil, que financia os estudos, e a outra é o Programa Universidade para Todos, o ProUni, que concede bolsas de estudos. O Fies está bem mais acessível com as mudanças feitas a partir do ano passado. A taxa de juros caiu de 9% para 3,4% ao ano. O financiamento pode ser solicitado em qualquer época do ano e o pagamento começará a ser feito um ano e meio depois da formatura do aluno. O prazo para quitar o empréstimo é de até três vezes o período de financiamento do curso. Quem tem renda de até um e meio salário mínimo não precisa mais de fiador; o próprio governo é o fiador. Desde 2010, cerca de 220 mil estudantes tiveram a oportunidade de financiar seus estudos pelo Fies. Nossa expectativa é de que, em 2012, haja mais 200 mil estudantes. Já o ProUni, abriu as portas da universidade para jovens da escola pública que não tinham condições de pagar uma faculdade particular. No primeiro semestre de 2012, serão ofertadas mais de 195 mil bolsas integrais e parciais. As inscrições começam no próximo dia 14 e vão até o dia 19. As instituições, os cursos e as condições para concorrer à bolsa, Josiene, são informados no portal do MEC (www.mec.gov.br).

 

Carine Bastos de Andrade, 54 anos, aposentada de Maringá (PR) - Gostaria de saber se o governo tem como incentivar a produção e o consumo de alimentos livres de agrotóxicos?

 

Presidenta Dilma: O governo federal possui diversas políticas de incentivo à produção e ao consumo de alimentos saudáveis, Carine. O Pró-Orgânico, desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, incentiva os produtores a fazerem a conversão para sistemas orgânicos de produção, com projetos voltados à viabilização de insumos e tecnologias apropriadas. Nos articulamos para inserir, na formação dos profissionais da área de Ciências Agrárias, conteúdos específicos sobre este tema. E finalmente, uma ação que considero muito importante, Carine, foi a inclusão de produtos orgânicos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, e no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Ministério da Educação. Ou seja, o próprio governo compra dos produtores alimentos sem agrotóxicos. Temos o Pronaf Agroecologia, com linha de financiamento para o agricultor familiar que quer investir nesse segmento. Realizamos também a campanha Semana do Alimento Orgânico, em vários estados, informando sobre os benefícios ambientais e nutricionais desses alimentos. O resultado de todas essas ações é que o consumo de alimentos livres de agrotóxicos tem crescido cerca de 20% a cada ano.

 

 

Sandro Barbosa Junqueira, 39 anos, sociólogo de Salvador (BA) - Hoje o Brasil tem uma população carcerária enorme. Eu acho que muitos não são nem mesmo alfabetizados. Tem como mudar isso?

 

Presidenta Dilma: Sandro, assinei no dia 24 de novembro do ano passado o decreto que criou o Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional, o PEESP. A primeira meta estabelecida pelos Ministérios da Justiça e da Educação é a implementação do Programa Brasil Alfabetizado nos estabelecimentos penais, para beneficiar mais de 26 mil pessoas que se declaram analfabetas. Em junho do ano passado, a população carcerária somava quase 514 mil pessoas, sendo que cerca de 65% não possuem o ensino fundamental completo. Mais grave ainda é que apenas 9,35% dessas pessoas estão envolvidas em atividades educacionais. Vale lembrar que o direito à educação para esses cidadãos já é previsto em outros instrumentos legais, como a Lei de Execuções Penais, o Plano Nacional de Educação e resoluções do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e do Conselho Nacional de Educação. O Ministério da Educação já distribui nos presídios os livros do Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos. Mas o PEESP vem para ampliar e qualificar a oferta do ensino nos estabelecimentos prisionais, promovendo a articulação dos órgãos federais e estaduais, que agora terão que elaborar planos de ação conjunta. A adesão dos estados e do Distrito Federal será voluntária. Nós entendemos, Sandro, que mais do que um programa em que os resultados podem ser medidos em números, o PEESP significa uma porta de entrada para o mundo do conhecimento e para a cidadania.

 

José Carlos Nunes, motorista de Montenegro (RS) - Por que o governo federal não investe em alternativas como o transporte ferroviário?

Presidenta Dilma: Nós estamos investindo no transporte ferroviário, José Carlos. No  PAC 2 estão previstos R$ 46 bilhões para investimentos em 4,6 mil km de ferrovias até 2014. Hoje estão em andamento quase 3,4 mil km de obras. Nós avançamos na Ferrovia Norte-Sul, estamos construindo e remodelando a Transnordestina, vamos construir a Ferrovia Oeste-Leste, investir no Ferroanel de São Paulo e implantar o Trem de Alta Velocidade. As ferrovias ficaram muitos anos sem investimentos públicos, depois de terem sido privatizadas, na década de 90. Esta realidade mudou no governo do Presidente Lula, quando o setor passou a ser tratado como estratégico para o crescimento do país e voltou a integrar a pauta de investimentos da União. O governo federal também voltou a investir pesadamente em transporte público nas cidades, em parceria com estados e municípios. Estamos destinando R$ 18 bilhões para atender as 24 maiores cidades do País em projetos de transportes, incluindo metrôs. Já existem muitas obras em andamento, inclusive em Porto Alegre, onde a primeira etapa do metrô terá quase 15 km e 13 estações. A estimativa é de que 300 mil passageiros, diariamente, vão utilizar o metrô nessa etapa inicial. Há muito a fazer, José Carlos, mas estamos caminhando firmemente.

 

Retornar 
Copyright @ 2008 - Todos os direitos reservados.