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Bom Dia! Hoje é: 11/12/2018
Artigos

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ANÁLISE BÍBLICA SOBRE O DIVÓRCIO

“Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência o seu vestido; portanto cuidai de vós mesmos, diz o Senhor dos exércitos; e não sejais infiéis.” (Malaquias 2:16)


 

Não é fácil lidar com tudo o que está relacionado ao divórcio e ao recasamento. Tem havido muita dificuldade para discutir essas questões. Não é sem razão que há tantas opiniões e interpretações distonantes sobre o assunto. Tudo o que sabemos sobre os sentimentos de Deus é que ele declarou em Malaquias 2:16 - “Odeio o divórcio”. E esse negócio que Deus odeia tem crescido muito ultimamente. É importante trabalharmos essa visão, em uma breve discussão, relacionando-a com o Novo Testa-mento.
            Um novo estudo confirma a gravidade do trauma Divórcio e filhos: A separação enfraquece todas as principais instituições da sociedade. Nos Estados Unidos, mais de um milhão de crianças por ano são vítimas inocentes do divórcio dos pais. O divórcio machuca os pais, mas são as crianças as que mais sofrem, conforme demonstrado por pesquisas recentes.
            Entre as consequências do divórcio conta-se também um número crescente de abuso e negligência de menores. Um estudo realizado no Brasil mostrou que crianças que vivem em famílias com presença de padrastos são 2,7 vezes mais sujeitas a abusos do que as crianças que vivem em famílias estáveis formadas pelos próprios pais.
            A parte final do estudo explica: Ao contrário dos pais divorciados, que muitas vezes conseguem encontrar alívio após a separação, o sofrimento das crianças continua durante muito tempo depois do divórcio. Os efeitos negativos podem durar até três décadas. (Fonte: ZENIT.org)
 
            Posição de Mateus: Mateus 19:9 nos diz: “Eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério”. Jesus libera o divórcio em caso de infidelidade conjugal, porém, ele não inclui os casos de violência doméstica, como agressões físicas, verbais, e causa de abandono. Essa situação se explica, levando em consideração a pessoa do judeu, que queria o divórcio com o objetivo de poder casar-se novamente. Embora tratado de forma mais abrangente no Antigo Testamento, que permite o divórcio com razões mais amplas do que a infidelidade conjugal, Jesus sabia como lidar nessas situações complicadas diante dos judeus. Tinha super inteligência. Como o caso do tributo (Mt. 22:17-22), e da mulher que os religiosos judeus trouxeram para apedrejá-la porque a lei assim ordenava. Não se mostrou contrário ou favorável, mas, os levara a questionar o estado pessoal de cada um dizendo: “Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”. (Jo. 8:1-11)
 
Posição dos outros Evangelhos : Em Marcos 10:11, Jesus diz: “Todo aquele que se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério com ela” (NVI). Já em Lucas 16:18, Jesus afirma: “Quem se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher estará cometendo adultério, e o homem que se casar com uma mulher divorciada estará cometendo adultério”.(NVI)
            Em Marcos e Lucas Jesus parece ser decisivamente contra o recasamento, já em Mateus ele mostra que há uma situação específica em que um homem ou mulher pode se divorciar e casar outra vez. Querendo dizer que, apenas a imoralidade sexual, permite essa possibilidade. Dá-nos a entender que há contradição entre os evangelhos, porém, a questão é compreendermos a finalidade de cada um deles.
 
Posição de Paulo:  O apóstolo Paulo, que pregava a graça de Deus e era contrariado pelos judeus lega-listas, aqueles que tinham apego exagerado às normas e procedimentos legais, abordou o assunto da separação. Ele ensinou o seguinte: “Aos casados dou este mandamento, não eu, mas o Senhor: Que a esposa não se separe do seu marido. Mas, se o fizer, que permaneça sem se casar ou, então, reconcilie-se com o seu marido. E o marido não se divorcie da sua mulher”. (I Co. 7:10-11 NVI)
            “Todavia, se o descrente separar-se, que se separe. Em tais casos, o irmão ou a irmã não fica debaixo de servidão; Deus nos chamou para vivermos em paz”. (I Co 7:15 NVI) Paulo via na separação do não-crente, um alívio para o conjuge crente e liberdade para servir ao Senhor. Assim, ficaria como solteiro(a), pronto para o serviço da obra de Deus especificamente.
            Embora Paulo nunca tenha tratado diretamente do problema do divórcio, compreendia que a única razão para o recasamento é a morte de um dos cônjuges. Segundo escreveu aos Coríntios, ele diz: “A mulher está ligada a seu marido enquanto ele viver. Mas, se o seu marido morrer, ela estará livre para se casar com quem quiser, contanto que ele pertença ao Senhor. Em meu parecer, ela será mais feliz se permanecer como está”. (I Co. 7:39, 40a NVI).
            Tem casais que não se dão bem no relacionamento e sempre um dos cônjuges, levado pelo ensino de Paulo, quanto à liberdade do recasamento após a morte de um deles, fazem oração de feiticeiro, pedindo para Deus recolher a outra parte, e assim, ficar em liberdade. Alguém nessas circunstâncias deve buscar o perdão do Senhor enquanto há tempo e evitar esse tipo de oração, pois, poderá acontecer o oposto do esperado. Orações contrárias, também podem vir ao contrário. Tudo deverá ser entregue nas mãos de Deus.
            Então Jesus lhes respondeu: “Nem todos podem aceitar esta verdade sobre o casamento. Mas Deus capacitou alguns para aceitá-la. Há motivos diferentes por que alguns homens não podem se casar. Alguns homens nasceram sem a capacidade de se tornar pais. Outros foram incapacitados assim mais tarde na vida por outras pessoas. E outros homens renunciaram ao casamento por causa do reino do céu. Mas a pessoa que está em condições de se casar tem de aceitar esse ensino sobre o casamento”.(Mt. 19:11-12 NCV) “Porquanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. (Mt. 19:6b RC)
 
            Resolvendo o Paradoxo: Originalmente cada Evangelho foi escrito como uma carta dirigida à pessoas específicas. Os livros Marcos, João e Lucas, foram escritos para cristãos não judeus. A um povo foi dirigido o Evangelho de Marcos, a outro o Evangelho de João e o excelente Teófilo recebeu o Evangelho do Doutor São Lucas. Ou seja, esses três Evangelhos foram direcionados a quem não era judeu. Apenas Mateus tratou da necessidade peculiar dos judeus, pois, estudiosos e especialistas acreditam que o único livro do NT que original-mente não tinha sido escrito em grego foi Mateus porque estava em Aramaico, língua utilizada pelos judeus da época. Sendo que, o NT foi escrito em Grego, a língua mais usada pelo mundo na ocasião dos apóstolos. Mais tarde, o Evangelho de Mateus foi traduzido para o Grego. Isto o tornou conhecido também por outra parte dos povos não judeus.
            Portanto, na passagem de Jesus sobre o divórcio, Marcos e Lucas não mencionaram o trecho, “exceto por imoralidade sexual”, por um motivo nobre: eles queriam poupar a mente dos cristãos não-judeus das questões particulares dos judeus. Da mesma forma, Paulo, que era judeu e tinha um ministério voltado para alcançar quem não era judeu, jamais tocou no assunto da exceção de Jesus, a fim de não confundir os não judeus. Marcos, Lucas e Paulo sabiam o que Jesus havia dito, mas sabiam também que a declaração completa só era relevante para os judeus. E quando alguém que não pertencia ao povo de Israel lesse Mateus 19:9, ele entenderia que só pode haver divórcio em caso de adultério. Ele entenderia dessa forma, justamente porque não teria o mesmo entendimento como do judeu, que conhecia o AT, que sabia existir um castigo máximo para esse ato. Contudo, Jesus mostrou que a lei do divórcio do AT, dada por Deus a Moisés foi estabelecida por causa da dureza de coração do próprio povo de Deus. (Mt. 19:8)
            O judeu que lesse o Evangelho de Mateus teria, decisivamente, de ler a passagem logo antes da declaração de Jesus sobre o divórcio. Fala sobre o perdão (Mt. 18:23-35), e estava unida à passagem sobre o divórcio. (Mt. 19:1-12)
            O Espírito Santo em sua plenitude de amor ajudaria o judeu submisso ao Senhor Jesus liberar o perdão e deixar a graça (favor não merecido) de Deus imperar, ocupar o espaço tomado pelo rancor, onde o pecado queria assolar.
Conclusão:   Portanto, diante desse importante assunto trabalhado em expressão de amor e tremor, devido à responsabilidade que envolve desde o escritor ao leitor, resta-nos concluir essa escrita em tom de louvor e agradecimento a Deus, nossa razão de amar e viver nesse universo.
            Que seu casamento seja uma bênção nas mãos de Deus. Que nada venha interferir no seu relacionamento. Nosso desejo é que sejam felizes até que a morte os separe, e mesmo assim, que ela não venha antes da hora, mas, dentro da vontade diretiva de Deus. Que o próprio Deus possa oferecer tempo suficiente para viver e curtir esse amor em sua mais alta expressão.
 
         Sobre o autor: O pastor Jorge Silva é membro da Assembleia de Deus - Sede - Campo Campinas - Goiânia/GO e da CONEMAD/GO, Teólogo pela EETAD e STPLM, autor de várias obras, desde 1989 é conferencista, já esteve em vários países da América Latina, Japão, Europa, Continente Africano e em 23 estados do Brasil. O homem escolhido por Deus para abençoar vidas e um exímio estudioso da Palavra de Deus. A Deus seja dada toda honra e toda glória!
 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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