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Boa Noite ! Hoje é: 23/10/2018
Artigos

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O CAMINHO PARA O SUCESSO “DIA DE SOL”

Primeiramente, amigo(a) leitor(a), cumprimento-o(a) sob a esperança de que, o testemunho que vou compartilhar, sirva de alguma forma, para o seu enlevo espiritual e edificação daqueles, a quem você, porventura, puder contar minha história.
         Nasci em Goiânia, por ocasião em que todos os meus familiares pertenciam ao espiritismo. Cresci em um ambiente, vendo meu avô fazendo rezas bravas, e por meio delas, mandando inúmeras cobras, para as terras de quem não lhe eram simpáticos. Meu velho pai era um fiel e dedicado espírita, que sempre dava passe nas pessoas, não se apartando em momen-to algum das orações: “Beata Santa Catarina, São Longuinho e de Santo Antônio Pequenino”. Os efeitos macabros dessas orações eram: Sempre que meu velho se via, indo ao encontro de qualquer pessoa que lhe era indesejável, fazia uma dessas orações e se ocultava diabolicamente, do olhar de seu inimigo.
         Lembro-me, apesar de tão novo na ocasião, que meu pai por duas vezes ia sendo levado para a cadeia, quando os policiais o faziam descer para abrir a porteira, meu pai fazia uma das orações supra e desaparecia. Sabedor desses episódios, eu dizia sempre aos meus coleguinhas: “Serei tão poderoso quanto meu velho. Vou desaparecer a qualquer momento em que meu coração desejar.” Em sessões espíritas, eu ouvi por muitas vezes o diabo dizer ao meu respeito: “O menino João Manoel é meu! Farei dele um médium que vai desenvolver a sua mediunidade e contribuir para o crescimento do meu reino espírita na terra.” Foi então que em 1974 chegou à nossa casa um jovem missionário chamado: Manoel Moreira, hoje Pastor da Assembleia de Deus em Vila Aurora Goiânia, congregação Campo de Campinas, e com um coração aceso, em chamas e apaixonado por almas, evangelizou-nos provocando nossa conversão. Em 1976, com 10 anos de idade, fui batizado pelo pastor Albino Gonçalves Boaventura, ocasião em que, comecei a despertar-me para o ministério de louvor.
 
CHAMADA PARA O MINISTÉRIO
 
         “Deus não é homem para que minta...” Essas palavras pronunciadas por Balaão fazem o filme de minha vida se projetar em minha mente. Aos quinze anos de idade eu morava em Anicuns - Goiás e fui cantar em uma festa na Vila Capelinha. Após o culto uma profetisa usada por Deus, disse-me: “Enquanto você cantava jovem, Deus me mostrou quatro degraus em que você vai subir no ministério. Você será diácono, presbítero, evangelista e pastor. Quando você se tornar Pastor, Deus vai abrir uma porta pra você fazer a primeira de muitas gravações que virão pela frente, e chegará o mo-mento em que onde você não puder ir, a sua voz será ouvida, portanto, estude e prepare-se.”
         Deixei de lado, a terrível preguiça que tinha para ler, matriculei-me na EETAD - Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus, terminei o curso em 1990; logo após, matriculei-me na FAETEL, tornando-me Bacharel em Teologia em 1992, sendo ordenado a Pastor em 1994. Subi então os quatro degraus prometidos, com a bênção de Deus e a ajuda do Pastor João Bento Soares, hoje Pastor da Assembleia de Deus Campinas no setor Santo Hilário em Goiânia-GO.
                               
PRIMEIRA GRAVAÇÃO
 
     Quando fui ordenado a Pastor, lembrei-me da promessa de que Deus me abriria uma porta para fazer a primeira de muitas gravações que me seriam dadas no transcurso dos anos. Foi então que procurei um dono de uma gravadora objetivando conseguir o patrocínio para eu fazer minha primeira gravação.
         O empresário a quem procurei disse-me: “João Manoel, entre para o estúdio e vamos testar a sua voz.” Acreditei sinceramente que o patrocínio desejado estava ganho. Cantei a metade do hino, quando o colega, minha grande esperança, chamou-me para fora do estúdio e disse-me: “Vou lhe dar um conselho de pai: ‘arrume outra coisa para fazer, porque sua voz é muito feia, não é comercial, tem muita gente do seu naipe que gravou e não conseguiu vender seus LPs e com você, não será diferente.’”
         Entrementes, joguei meu violão nas costas e saí chorando, desanimado.
         Charles Clarck, um grande pensador, chamou esse tipo de gente de: “Assassino de sonhos.” Indubitavelmente, há muita gente tentando assassinar os seus sonhos, todavia, se esses sonhos são de Deus, continue a sonhá-los, eles vão se tornar realidade, se você permanecer no lugar em que Deus quer que você esteja.
         No meio do caminho Deus disse-me: “João Manoel, você ouviu a palavra do homem e se entristeceu. Levante a cabeça, porque quem lhe prometeu não mente. Portanto, a palavra que saiu de minha boca não voltará para mim vazia, mas fará antes aquilo que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei. Dar-lhe-ei a gravação no tempo que Eu quiser.” No mesmo ano, consegui fazer minha primeira gravação.
                                    
O SUCESSO, “DIA DE SOL”!
 
         Em abril de 1995, recebi de um renomado pregador, Pr. Onofre Frizzas, o seguinte conselho: “O sucesso do Ministério, não está na arrancada, mas, na chegada. Há muitas pessoas que começaram bem, e se quedaram no caminho. Vá devagar, mas vá bem e não pare. Deus vai lhe abençoar!”
         O sucesso jamais vem em um curto espaço de tempo e muito menos no momento em que nos apraz, mas sim, no momento em que Deus quer. Existe um longo e íngreme caminho a trilhar e, sem dúvida este é um processo que muitos não querem passar. Siga o caminho que o próprio Deus quer que você percorra com o escopo de chegar, onde ELE quer que cada um de nós cheguemos. Os entendidos já disseram: “É improvável que Deus abençoe grandemente a um homem, sem antes feri-lo profunda-mente”.
         As experiências auferidas ao longo da vida fizeram-me concordar com o profeta Oséias quando disse: “Deus fere, mas cura a ferida que fez no momento que quer”. Ouvi certa vez um pregador, que com conheci-mento de causa disse-me: “crentes de incubadora, não criam raízes”. Isso me fez tomar a decisão de não ser um crente daqueles que só se de-senvolvem em ambientes aconchegantes, longe de provas, lutas e vales.
         Durante quinze anos, apesar de estar morando em Goiânia, ninguém me via cantando nas igrejas dessa cidade, pois, eu estava fazendo um seminário divino. A saber, aprendendo lições profícuas no caminho que Deus preparou para seu servo passar. Não fosse a ajuda sempre bem vinda do amigo Espírito Santo, eu não teria esperado a chegada do “Dia de Sol” para minha vida.
         Colecionei um pouco mais de três mil cartões telefônicos, pois, minha vida era viver pendurado nos orelhões, ligando para os pastores, oferecendo-me para cantar em suas igrejas.
         Consequentemente, tenho em minha memória vários “nãos” recebidos e eu os recebia com humildade e compreensão. Entendi que um pastor que não me conhecia, não tinha a obrigação de confiar o púlpito e o público que liderava, a um cantor cuja procedência desconhecia.
         Lembro-me que em 1994, ocasião em que eu trabalhava na IQUEGO - Indústria Química do Estado de Goiás, um colega aconselhou-me: “Se você continuar nesse emprego e não viajar para divulgar seu ministério jamais se tornará conhecido como cantor e nunca vai conseguir, por conseguinte, boas agendas. Vá ao Gama-DF pois, um grande encontro de pastores está acontecendo lá e se você cantar, sua agenda vai se encher com o grande número de convites que você vai receber.” Para ser bem sincero, era tudo que eu queria. Então, arrumei dinheiro emprestado que só dava para ir e voltar, com o coração cheio de boas esperanças, acreditando que faria uma viagem exitosa, cheguei lá.
         Estava trajado com um terno totalmente preto, sapatos pretos, meias pretas; um cinturão preto, uma gravata preta, uma pasta preta e com minha caixa de fitas envolvida em um plástico preto. Naquela época eu tinha um carrinho daqueles de carregar carga que também era preto e na ocasião eu era meio preto. Pense numa marmota! (rsrsrs...)
         O pastor, por certo, não acreditando muito no servo de Deus, que vos fala, recebeu-me no portão perguntando: “O que você deseja”?
         Respondi de pronto: “Venho de Goiânia, congrego com o pastor Albino Gonçalves Boaventura, na Assembleia de Deus – Campinas, e venho em especial conhecê-lo e pedílo para que deixe-me cantar um hino na reunião de obreiros, pois, desejo tornar-me conhecido no DF e oxalá que seja a partir do Gama.” Apresentei-lhe meus documentos. O pastor perguntou-me: “Você tem um cartão de visita?” Respondi: “Perfeita-mente.” Entreguei-lhe meu cartão e aguardei a resposta. Na sequencia, o pastor disse-me: “Quando eu precisar de você, eu o convido, Deus lhe abençoe!” O pastor virou-me as costas.
         Confesso que não pude comer um pastel sequer, pois meu dinheiro era a conta certa de voltar para casa, e se eu gastasse teria que voltar à pé, cerca de 200 Km. Peguei meu carrinho e fui em direção à rodoviária. Enquanto caminhava, com o coração quebrado e os olhos cheios de lágrimas, já pensando em desistir, o Senhor disse-me: “Não pense mal do meu ungido. Eu acabo de usá-lo para provar você. Enxugue as lágrimas, porque no lugar em que você foi humilhado, vou exaltá-lo, no momento que Eu quiser! Chegará um tempo em que lhe darei um hino, por meio do qual, assoprarei seu nome na terra. Essa mesma igreja que hoje lhe rejeitou, ouvirá seu nome e lhe convidará muitas vezes para participar de grandes eventos no Distrito Federal.”
         Devo dizer-lhe amigo(a) leitor(a), que quinze anos se passaram depois desse episódio em 1994. No ano de 2006 o Espírito Santo ajudou-me a gravar o hino “Dia de Sol” e começou a apresentar-me, por meio dele, às multidões no Brasil. No dia 22 de maio 2009 o meu telefone tocou e um nobre convite me foi feito pelo Pastor Egmar Tavares, presidente daquela Igreja do Gama e atual Presidente da Convenção das Assembleias de Deus Ministério de Madureira em todo o Distrito Federal. O convite foi para cantar no Ginásio Nilson Nelson no DF. Ao contemplar aquela grande multidão, ginásio lotado, comecei a chorar pensando na humilhação que padeci há 15 anos e então com o coração alegre, exaltando a fidelidade divina, junto com aquela multidão, comecei a cantar: “Eu hoje estou bem, mas já estive mal...”
         Enquanto cantava e chorava, ouvia Deus perguntar-me: “Fui fiel ou não fui?” Louvado seja o nome de Jesus!
         Finalizo meu testemunho dizendo que, em viagens antes do “Dia de Sol”, por algumas vezes dormi ao ar livre em rodoviárias, pois não tinha dinheiro para pagar hotel. Por pelo menos três vezes viajando de carro próprio, a gasolina acabou e não tinha como abastecer. Às vezes sim, me dava muito bem em algumas viagens, mas a maioria delas era frustrante. Já fiz turnê vendendo um ou dois cds por dia, a quatro mil quilômetros de casa, longe da família, querendo voltar e não podia, pois não tinha dinheiro.
         Certa vez, voltando de uma viagem frustrada, com minha esposa, e meu segundo filho que na época tinha 01 aninho, em pleno deserto, o motor do carro fundiu. Era meio dia, e meu filhinho chorava pedindo almoço e leite e ninguém parava para socorrer-nos. Por duas vezes, agendei o momento de parar de cantar dizendo: “Deus, o Senhor disse que me abençoaria, e não vejo portas abertas diante de mim. Confesso que não aguento mais.” Então, depois de três viagens consecutivas, cujos resultados financeiros foram por demais frustrantes, Deus quebrou o silêncio dizendo-me: “Levantá-lo-ei de volta para a sua cidade natal (Goiânia), de onde, certa vez, você saiu humilhado e lhe abençoarei!”
 
Por Pastor João Manoel Felizardo, casado com Andréa Rocha, pai de três filhos, Bacharel em Teologia e advogado estagiário.


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